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Dia da Família na Escola Municipal Senhor do Bonfim: Um dia de Benquerer!!!

Postado por Verônica Terto Ferreira Vieira às 07h04
6 de setembro de 2010

Pense em um dia de lazer, com brincadeiras, cuidados com o corpo, beleza para unhas e cabelos, contação de histórias do José Ricardo Moreira, e tudo isso para você e sua família. Pensou? Pois esse dia não ficou só no pensamento para alunos e seus familiares da Escola Municipal Senhor do Bonfim de Plataforma, em Salvador.

 

O DIA DA FAMÍLIA aconteceu no dia 10/08/10 para comemoração mista de dia do estudante e pais, mas envolvendo todos os familiares dos alunos. Foi um dia especial, pensado carinhosamente pela equipe docente  da unidade escolar. Foram 11 oficinas diferentes em que todos pegavam fichas de acesso às atividades, das quais participavam rotativamente, em grupos de 40 pessoas.
Uma dessas oficinas foi apelidada pelos professores de Oficina Aymará – Progama Cidade Educadora,e foi planejada pelos mesmos em parceria com a Agente Pedagógica local do Programa Cidade Educadora. Nela, aconteceu a contação da história O Dia do Bem querer e teve a participação ativa do público, que interagiu com os fantoches e com a narradora, ajudando a contar a história. As professoras Jussara e Mirian mostraram que levam jeito para o teatro, pois conseguiram arrancar boas gargalhadas do público.

Parabéns Diretor Tony, Vice-diretora Valdecy, Professoras Heli, Valneide, Simone, Jussara, Ana Regina, Fernanda, Ana Carla, Paula, Mirian, Cecília, Soraya Seara, professores da educação infantil, demais profissionais de esportes e funcionários que fazem da Escola Senhor do Bonfim de Plataforma um grande exemplo. Graças à união e força de vontade de vocês, a comunidade é sempre muito beneficiada com dias tão especiais como esse.

 

Pró Simone (de vermelho) na oficina Beleza : até deu um trato nos cabelos da agente pedagógica. Ao lado, Prós Heli e Valneide (de azul) comandaram as oficinas de jogos.  Obs: na foto, com muito entusiasmo, mostram a atividade feita, com a história “Quem perdeu, você ou eu?” Da Coleção Cidade Educadora.

 

Uma das estrelas da Escola: a merendeira, que fez um belo almoço de encerramnto para os professores. Ao lado, Pró Fernanda e o grande dançarino ítalo-baiano da escola: Ensaios e apresentação de músicas da Beyoncé na oficina “Dança”.  Grávida e feliz, a english teacher Soraya dando uma força nas oficinas.

 

 As grandes contadoras de história: Pró Mirian e Jussara. Grande parceria com o Progama Cidade Educadora!

 Verônica Vieira

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora - Salvador

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Cidade Educadora e Maria Constança:parceria que está dando certo!

Postado por martha.nascimento às 07h05
2 de setembro de 2010

A Escola Municipal Maria Constança, em Salvador, cada vez mais abraça o Programa Cidade Educadora. O programa esteve presente no Festival de Dança da Escola, representado por suas agentes pedagógicas, Martha Nascimento e Verena Santana, as quais foram juradas do evento.

Outro momento de integração entre Escola e Programa foi na Festa de Encerramento do 1º semestre, quando as mesmas agentes pedagógicas puderam prestigiar as quadrilhas dos alunos.

Um momento ainda mais significativo dessa parceria não pode ficar sem registro: foi um atendimento pedagógico realizado com as turmas do 1º e 2º ano. Nesse dia, as turmas estavam juntas sob a responsabilidade da professora Maria de Fátima Cavalcante. As agentes pedagógicas foram convidadas a entrar na sala e puderam realizar um atendimento bem diferenciado, conversando com a turma sobre as histórias do livro amarelo da Coleção Cidade Educadora.

Mais um aspecto marcante desse encontro foi a presença de um aluno do 2º ano que respondeu a uma pergunta sobre a história Onde está o meu tesouro?. Quando questionado sobre como sabia da história, o garoto respondeu que leu os livros de seu irmão do primeiro ano. Essa vivência foi muito importante para o Programa Cidade Educadora, considerando o seu objetivo de estimular a leitura dos alunos.

Maria Constança

Martha Nascimento

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Lendas, astros e estrelas com as histórias da Coleção Cidade Educadora

Postado por Verônica Terto Ferreira Vieira às 07h39
31 de agosto de 2010

A Escola Municipal Cidade de Itabuna, sob a gestão de Rosemary Mesquita, tem muitas lendas para contar. Sabem por quê? Porque Histórias que o rio conta, do livro verde da Coleção Cidade Educadora, abriu as portas para o trabalho com essa tipologia textual, com a mediação das Professoras Fabiana Silva e Anayram Falcão. Os alunos gostaram tanto da história que aqueles que tinham habilidade para desenhar não perderam a oportunidade e fizeram este belo trabalho:

 

Meses depois, quando a turma da Professora Fabiana já estava em outra história, também do autor José Ricardo Moreira, A casa da rua das sombras, e bem enturmada com a profissão do personagem Dr. Plínio (Astronomia), ela decidiu investir mais nos estudos do nosso sistema planetário.

 

É fascinante o envolvimento dos alunos e como eles se expressam através das atividades propostas pela professora. Surgem tantos trabalhos encantadores, que a turma de Fabiana Silva fez uma exposição com todos os trabalhos do grupo: Eu vivo sempre no mundo da lua. Segunda a professora, o título faz jus à essa turminha, que por ter tanta imaginação e envolvimento, faz com que ela planeje muitas atividades legais a partir da Coleção Cidade Educadora.

 
Foi uma exposição maravilhosa!

Parabéns à Professora Fabiana Silva e sua turma!

Verônica Vieira

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora - Salvador

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Reflexões sobre o fazer do agente pedagógico…

Postado por Hilmara Santos às 07h03
26 de agosto de 2010

Andar pelo Subúrbio Ferroviário de Salvador tem nos mostrado muito mais do que ouvimos falar e esperávamos ver numa região periférica. Isso porque o exercício diário de observar e contribuir com a prática de docentes soteropolitanos nos tem feito compreender a dimensão da responsabilidade de formação in loco que está sobre os ombros do Agente Pedagógico, e que, independente de região geográfica ou situação financeira, a profissionalização é de suma importância na carreira docente, pois como já afirmou Freire (1996, p. 92): “O professor que não leve a sério sua formação, que não estude que não se esforce para estar à altura de sua tarefa, não tem força moral para coordenar as atividades de sua classe”.

Quem transita pelo Subúrbio de Salvador não precisa de muito para perceber o quanto a região fala da sua própria história, e a educação da suburbana constrói um contexto próprio, mas não isolado e dissociado da educação construída nas demais regiões da capital baiana, esta forma peculiar de educar nos remete a Pimenta (2006, p.47) dizendo que: “(…)a pedagogia é a ciência da prática. Aí está a sua especificidade. Ela não se constrói como discurso sobre a educação. Mas a partir da prática dos educadores tomada como referência para a construção dos saberes no confronto com saberes teóricos. Pelo processo de reflexão dessa prática como prática social histórica tomada como totalidade.”

Esta reflexão nos possibilita compreender o misto profissional e empírico que permeia o fazer docente da região, nos abrindo o olhar para a responsabilidade de respeitar a práxis desenvolvida neste lugar e buscar possibilidades de enriquecimento pedagógico, sem ferir esta peculiaridade.

O comportamento e atitude resistente e resiliente dos professores diante da cultura hodierna que cultua o ter em detrimento do ser, e oferece cultos ao corpo e a sexualidade, ao passo em que caminhamos para o aperfeiçoamento de um sistema violento que parece não ter mais fim, nos faz refletir sobre o hiato que se instala entre a educação da atualidade em relação à educação de outrora.

Falamos de um professorado que respeita o seu educando concernente aos seus quereres e fazeres, mas que não é conivente com a violência avassaladora que insiste em arrastar os jovens do subúrbio para a margem. Falamos de um professorado que busca uma cultura que, segundo Eagleton (2005, p. 18): “[...] tinha a ver com valores, em vez de preços; com moral em vez de material; com elevado, em vez de filisteu. [...] Era o lugar onde o erótico e o simbólico, o ético e o mitológico, o sensorial e o emocional podiam fazer sua morada dentro de uma ordem social que dispunha cada vez menos tempo para qualquer um deles.”

Nesta perspectiva, compreendemos que ser Agente Pedagógico no Subúrbio de Salvador, assim como em qualquer região da capital baiana, é estar assumindo um desafio, e, para tanto, é preciso não somente estar ciente da realidade e do contexto, mas, sobretudo, estar preparado.

Hilmara Santos

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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De pingo em pingo, de ponto em ponto: eu faço festa e conto história!

Postado por Verônica Terto Ferreira Vieira às 07h00
24 de agosto de 2010

 
Jeusa (Vice Diretora), Fabiana Silva e Cátia Sueli (Professoras da Escola)
Jeusa (Vice Diretora), Fabiana Silva e Cátia Sueli (Professoras da Escola) na entrega dos Livros do 4º ano – Escola Municipal Cidade de Itabuna.
 
“Como é bom conhecer coisas novas, amigos novos, histórias novas.
E foi assim, fazendo festa, que nos encontramos com nossos novos amigos da coleção Aymará.
Contamos história, inventamos e imaginamos o mundo maravilhoso que se esconde no livro.
Nós, do 4º Ano A e B, nossas professoras Catia e Fabiana e a nossa vice-gestora Jeusa,
Cantamos, dançamos, ouvimos e contamos história só pelo vir a ser,
pelo imaginar de cada linha, de cada página dos
livros Aymará.
 E agora?
E agora é só alegria, pois agora podemos mergulhar no mundo
do Beto,
do Duda,
da Manuela
 e de todos os personagens do
mundo de encantamento Aymará.” 

 

Texto de Fabiana Silva e sua turma
 Professora da E.M. Cidade de Itabuna e Vice Diretora da E.M Cristóvão Ferreira
 
Verônica Vieira
Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador
 

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Sempre é tempo de viver um dia pra vida inteira

Postado por Verônica Terto Ferreira Vieira às 07h01
18 de agosto de 2010

Quem vem acompanhando o blog da Editora Aymará já percebeu o quanto a história Um dia pra vida inteira do autor José Ricardo Moreira é prazerosa e rende bons trabalhos nas escolas, não é mesmo? E como cada escola tem suas próprias experiências locais, as postagens das vivências com a história da  Coleção Cidade Educadora sempre enriquecem o trabalho.

Na Escola Manoel Henrique da Silva Barradas, em Salvador, a simpática e receptiva turma do 1º ano, da professora Jaqueline Santos, interessou-se bastante pela história contada pela professora em parceria com a agente pedagógica local. Após a leitura, os temas e valores que a história suscita foram trazidos para discussão, aproximando-os da realidade de cada um. No fim das contas, descobriram que não importa o que se tem para fazer um dia especial, mas sim, quem se tem: família e amigos.

Aproveitando o contexto, e já que era o aniversário da Professora Soraia, incentivamos a produção, à escolha deles, de um presente para dar a essa professora, já que isso seria muito mais significativo.

Produção inspirada na história da Coleção Cidade Educadora e sua ilustrações 

 Não deu outra: os alunos chegaram à sala da professora Soraia com lindos desenhos, registros escritos e outras produções, o que fez com que a emoção dela contagiasse a todos.

Um dia pra vida inteira na vida da Professora Soraia…

 Professora Jaqueline e Coordenadora do PCE Clemilda aguardam o corte do bolo  Equipe parceira: professores e Equipe Pedagógica de atendimento PCE
 Nas fotos: as professoras Jaqueline e Soraia e a Equipe Pedagógica de atendimento PCE -Agente Pedagógica Verônica e Coordenadora de atendimento Clemilda.

 

Verônica Vieira 

 Agente Padagógica do Programa Cidade Educadora –  Salvador

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Sobre tesouros e pipas: uma contação pra lá de especial!

Postado por sara.reis às 07h01
12 de agosto de 2010

A Escola Municipal Coração de Jesus , em Salvador, deu um show de contação de histórias! As turmas participaram de um dia diferente e especial com histórias, livros, fantoches e muita animação!

As crianças do 3º ano, com a orientação da prof. Célia Maria, nos proporcionaram muita diversão e reflexões sobre a história Tem novidade no ar. Elas desenvolveram barcos, tulipas e outros origamis, a partir do trabalho proposto na história…e nos fizeram uma surpresa: nos convidaram para apreciar o último capítulo da história, contada por elas mesmas, com o auxílio de vários fantoches construídos por eles e pela professora. Foi um momento muito especial, de leitura, reflexões e construções coletivas. Esse movimento foi idealizado pela prof. Célia nas turmas da manhã e da tarde.

A turminha do 1º ano também teve uma tarde muito feliz, repleta de sorrisos e muita expectativa…foram distribuídos os livros do 2º semestre  e todos estavam ansiosos pelas novas histórias. Na ocasião, as crianças escreveram seus nomes e participaram ativamente da contação, com perguntas e muitas idéias sobre o que seria o tesouro do personagem Artur, na história  Onde está o meu tesouro?. Após a contação, desafiamos as crianças a construírem uma lista de tesouros possíveis do Artur e de cada umas das crianças. A prof. Nivea continuará este trabalho nas próximas aulas.

Isso sem contar que as turminhas do 4º e 5º ano também já estão no mesmo alegre movimento de contação, reflexões e muitas transformações a partir das histórias da Coleção…

Parabéns à Escola Municipal Coração de Jesus por esta iniciativa e por fomentar ainda mais o prazer da leitura aos seus alunos a partir das histórias da Coleção Cidade Eucadora!

Sara Reis

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Histórias que o Rio Conta

Postado por Adriana.Nascimento às 07h03
10 de agosto de 2010

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Os alunos da Escola Municipal Laura Sales, em Salvador, entraram no mundo da imaginação com a leitura de Histórias que o rio conta, do livro verde da Coleção Cidade Educadora. 

Para estimular a criatividade  e  a escrita dos  alunos, a professora solicitou que eles  escrevessem  uma história partindo da leitura visual do livro.

O trabalho começou com uma conversa com as crianças sobre o que elas viam nas imagems. Em seguida, elas observavam os personagens, objetos, cenário, detalhes que chamavam a atenção e levantavam hipóteses sobre a temática da história. A professora ia registrando na lousa todas as possibilidades de assuntos levantados pelos alunos.

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 Após todos falarem, foi proposto que construíssem uma história coletiva  partindo das hipóteses levantadas. O texto foi sendo construído na medida em que a turma ia falando e um aluno ia registrando numa folha de papel metro.  

Durante a construção do texto, os alunos que ainda não dominavam a escrita participavam oralmente e os que já escreviam, faziam o revezamento da escrita do texto.

Estimular o pensamento e criatividade das crianças para além do que se vê, com questionamentos tais como: O que aconteceu antes? O que se fará ou acontecerá depois? Com quem? Onde?,  é fundamental para a construção de textos coerentes e coesos. É assim que se aprende a escrever!

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Adriana Nascimento

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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O nosso benquerer é…

Postado por sara.reis às 07h02
4 de agosto de 2010

As crianças da Escola Municipal Eduardo Dôto tiveram uma manhã muito especial. A partir da história O Dia do Benquerer, a turminha do 2º ano, sob a orientação da professora Bárbara Figueiredo, refletiu sobre os valores e o que seria para cada um o seu benquerer…foi impressionante o envolvimento e dedicação dos alunos!

Todos levaram o seu benquerer para a escola, fizeram um breve relato do porquê terem escolhido cada objeto (entre bonecas, ursos, carros, livros e outros), refletiram sobre essas questões na roda de conversa e comemoraram com um delicioso festival de pipoca!

Pensam que isso ficou só na sala do 2º ano?! Eles contagiaram toda a escola! Até o gestor Ubiracy Santos caiu na deliciosa folia e foi escolhido também como benquerer da escola e da turma…as crianças distribuíram pipoca e refrigerante para as outras turmas e professores da unidade.
Parabéns à toda equipe da Escola Municipal Eduardo Dôto e à professora Bárbara e crianças do 2º ano pela maravilhosa iniciativa!

Sara Reis

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Suspense… o que será que tem naquela casa mal assombrada?

Postado por Verônica Terto Ferreira Vieira às 07h09
3 de agosto de 2010

A turma do 4º ano do professor Paulo César, da escola Municipal Paulo Mendes, acompanhou o desfecho de  A casa da rua das sombras,  do autor José Ricardo Moreira,  de forma diferente. Sentados no chão do pátio da escola, todos entretiam-se com a contação que aconteceu de forma compartilhada entre alunos, professor e agente pedagógico do Programa Cidade Educadora.

O interesse pela profissão do personagem Plínio (Astrônomo) rendeu uma interdisciplinaridade fantástica! Falou-se sobre ciências, física, astros, estrelas e outras coisas mais que não teriam lugar melhor para serem tratadas senão no pátio, a céu aberto.

É isso, professor, a aula pode mesmo ser em diferentes ambientes, você e sua turma deram exemplo disso. Parabéns!

Verônica Vieira

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora - Salvador

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