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Escola nova, escola antiga…

Postado por Fernanda Portela às 07h00
19 de agosto de 2010

Você sabe por que sua escola tem esse nome? E a idade dela, você sabe?

A resposta foi uma aula divertida e repleta de ensinamentos. E, foi assim que a professora Sônia Maria Glass, do 2º ano B, explorou a atividade sugerida na história do volume amarelo, Quem não viu, que veja agora, da Coleção Cidade Educadora.

A E.M. José Júlio M. Baptista foi inaugurada no dia o2/02/1984 e a escola comemora o aniversário do seu  patrono,  que deu o nome a  escola,  no dia 05/08.  A profª ampliou o tema da atividade e convidou alguns funcionários da escola para darem depoimentos sobre as profissões que exercem.

Entrevista com a merendeira da escola e demais funcionários no 2º ano B...

Entrevista com a merendeira da escola e demais funcionários no 2º ano B...

Mas, por que você escolheu esta profissão? Há quanto tempo você trabalha aqui na escola? Qual é a quantidade de merenda servida aos alunos todos os dias? Você gosta de trabalhar com crianças? Essas foram algumas das perguntas feitas pelas crianças aos profissionais que trabalham na escola e que tanto amor dedicam a ela. Também  foi entrevistada a diretora Luciana Rocha, que já foi professora desta mesma unidade escolar, e junto com a Supervisora Natércia e a Assistente Técnica Pedagógica, Janaína Martinho, comandam a escola.

Na foto, funcionária da escola Sra. Rosa, Diretora Luciana e a Profª Sônia, que também foram entrevistadas pelas crianças.

Na foto, funcionária da escola Sra. Rosa, Diretora Luciana e a Profª Sônia, que também foram entrevistadas pelas crianças.

Outra funcionária da escola que foi entrevistada pelos alunos e que merece destaque é a Rosa Maria Pousada Gomes, que trabalha há 21 anos nesta mesma escola e relatou:

sou muito feliz, pois as crianças que hoje estudam aqui, são filhos de ex-alunos e assim, percebo o quanto a educação é importante na vida das pessoas e, é a escola que muitas vezes tem esta missão…”.

Sucesso à professora Sônia, aos alunos do 2º B e a toda a equipe da E.M. José Júlio M. Baptista, vocês realmente fazem a diferença!

 Fernanda Portela

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Praia Grande

 

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Programa Cidade Educadora e a Jornada Pedagógica 2010.1 – Universidade do Estado da Bahia.

Postado por Marcos Marcelo Ferreira Barreto às 08h12
19 de abril de 2010

Oficina UNEB 047

 O Departamento de Educação Campus-I (DEDCI), da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), realizou nos dias 07 a 09 de abril de 2010 a Jornada Pedagógica UNEB 010.1 (http://jornadauneb2010.blogspot.com).  Durante a Jornada Pedagógica da UNEB, o Programa Cidade Educadora (PCE) realizou a oficina  A LITERATURA COMO PONTO DE PARTIDA PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.

Os objetivos da oficina foram apresentar a Aymará Edições e Tecnologia e o Programa Cidade Educadora (PCE) ,por Regina Mainardi, e a Coleção Cidade Educadora (CCE) Livro de Histórias e Idéias, por Rita Lauria e Sueli Lima, Diário de Bordo, Livro dos conhecimentos, Áudio-livro; e Diário de Bordo do Professor.Também foram objetivos demonstrar estratégias de leitura para a Literatura ,por Marcos Barreto; discutir temas transversais a partir da Literatura, e abordagens transdisciplinares sobre o texto literário apresentado por Angela Santos; para chegar ao principal: justificar porque a Literatura pode servir de base para um processo educacional de qualidade.

O resultado foi uma tarde de construção de saberes e conhecimentos sobre Literatura e Educação. A participação de graduandos e professores da instituição e de outras universidades foi bastante expressiva. Perguntas sobre o Programa Cidade Educadora, relatos de educadores que já conheciam a Coleção Cidade Educadora em escolas municipais de Salvador, muitos voluntários para a construção de estratégias de leitura do texto literário, e participação ativa durante as discussões temáticas com base na história Minha casa, sua casa , de José Ricardo Moreira. Durante o momento de avaliação do evento, e segundo depoimentos de participantes, foi possível a construção de justificativa da Literatura como base para uma Educação de qualidade.

Ao final das atividades, com a sala completamente cheia, como agradecimento à atenção e colaboração de todos, houve o sorteio brindes.  

A Aymará  e o Programa Cidade Educadora, representados pela supervisora Regina Mainardi, congratularam a Universidade do Estado da Bahia, representada pelo diretor do Depto. de Educação Campus I, o professor Antônio Amorim, e agradeceu às professoras Ana Lago, Maria Helena e Patrícia Magris pelo empenho e suporte fornecidos para a realização da nossa oficina.

Marcos Barreto

Programa Cidade Educadora – Salvador

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Contadores de Histórias na Jornada Pedagógica 2010-Salvador

Postado por weberth.lopes às 07h42
22 de fevereiro de 2010

Os contadores de histórias Gabriel Bandarra(Zé da Mala), Carlos Daitscman, Patrícia Almeida Silva, Luis Lucena e Maria Regina Campana Correia Leite, cada um em uma das cinco salas da jornada pedagógica realizada no Shopping Aeroclub, ajudaram a escrever mais uma página do momento que está cada vez mais fortalecido em Salvador: a valorização da literatura e da contação de história nas salas de aula.

Vindos do Paraná, da Bahia e do Rio de Janeiro, os contadores  trouxeram histórias de suas regiões e, com um jeito muito especial, puderam mostrar para os professores a alegria que tem em contá-las , convidando a todos para  fazer suas próprias histórias durante o ano letivo de 2010 em Salvador.

Atentos ao tema da jornada: Conceitos, Valores e Amor trouxeram histórias que permitiam ao leitor e ao ouvinte reflitir sobre os valores presentes em cada uma delas.

Muitos foram os elogios recebidos dos professores presentes.

Parabéns aos Contadores de Histórias por sua nobre arte!

Weberth Lopes

Agente Pedagógico do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Porta entre-aberta

Postado por sueli.lima às 07h32
27 de janeiro de 2010

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A equipe do Programa Cidade Educadora de Salvador – PCE,  realizou a formação intitulada : O texto literário na sala de aula: porta entre-aberta,  nos dias 20 e 21 de janeiro, em Salvador. 

A equipe responsável pelo evento ( Ana Amélia, Elane Chaves, Flávia Pita e Sueli Lima) ressaltou a importância da mediação do professor para a leitura de textos literários em sala de aula e priorizou  proporcionar momentos de estudos das características da linguagem literária e instigar a reflexão sobre as funções da literatura na escola.

Para a aplicação das discussões propostas, os integrantes da equipe do PCE de Salvador  manifestaram-se de forma atuante, criativa e crítica. Cada um mostrou suas habilidades e ideias ao propor alternativas para mediação do texto de literatura em sala de aula. Do livro Amarelo ao Vermelho, misturando estudo e descontração, todos interpretaram os textos e propuseram novas formas de abordagens das histórias. Que tal ser instigado a ler “Eu, você e mais alguém” com um repente que começa assim:

Nós vamos apresentar

uma história pra vocês

quem conhecer vai gostar

e também se apaixonar…

 

São amigos verdadeiros

tentando a paz reinar

entre as três meninas 

que não param de brigar

 

Eu quero Ler! Eu quero ler! Foi com esse gostinho que os participantes voltaram para as suas casas, com muitos macaquinhos pulando no sótão, pensando em maneiras de levar o conhecimento adquirido para quem também precisa: o professor e o aluno.

Sueli Lima

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Uma professora apaixonada, ou uma paixão de professora?

Postado por Júlia Scandiuci Figueiredo às 15h10
26 de maio de 2009Júlia Scandiuci Figueiredo

Célia Maria de Jesus Gonçalves é vice-diretora e professora do 2º ano da Escola Municipal Campinas de Pirajá, da CRE São Caetano, de Salvador- BA.  Segundo seu relato apaixonado, ao receber em suas mãos os livros da Coleção Cidade Educadora, seu coração pulou de alegria e sua intuição confirmou que haveria uma nova magia em suas aulas.

Desde pequena, Célia é uma leitora voraz. As histórias faziam parte da sua vida e ela, encantada, era transportada do real para o imaginário, deixando que seus pensamentos voassem e a levassem para a terra da literatura. Por isso, Célia considera única a oportunidade que seus alunos têm em aprender com livros que, ludicamente, respeitosamente e amorosamente, ensinam e permitem a participação no processo de cada um, independente de seus níveis de aprendizagem.

A professora Célia trabalha criando uma expectativa em seus alunos para alcançar o gosto e o prazer pela leitura, que, segundo ela, é a chave do conhecimento. Entusiasmada, ela tem certeza da transformação que acontecerá na vida de cada criança envolvida com esta Coleção. Percebe que as histórias e atividades instigarão seus alunos, proporcionando liberdade, reflexão e autonomia a cada um deles.

Com brilho no olhar e um coração apaixonado pela “divina” arte de ensinar, dia após dia, Célia tem momentos de aluna e momentos de mestra, trocando os papéis com seus alunos nas suas encantadas (ou encantadoras?) aulas.

Inspirada pelas histórias da Coleção, ela ministra suas aulas marcando cada ação com uma pitada de vida, e vida que vale a pena ser vivida.      

Josiane Borrasqui

Agente Local do Programa Cidade Educadora 

Salvador                                  

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Dia da Leitura

Postado por Júlio Röcker Neto às 20h00
18 de abril de 2009Júlio Röcker Neto

Entrevista veiculada no RIC Notícias de 18/04/2009

Entrevista

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Infância e fantasia, uma bela combinação da literatura…

Postado por kelly.acras às 06h48
14 de abril de 2009

Ao abrir um livro de histórias a criança mergulha num lindo mundo da imaginação. Mundo que encanta, mundo de magias. Um mundo que ela cria, partindo do que conhece, do que já viu, do que acredita. A diferença está em quem segura o livro. Há aqueles que choram, dão risada, aqueles que se identificam com os personagens das histórias e há aqueles que querem dialogar com o personagem.  E foi isto que aconteceu numa escola do município de Praia Grande, que utiliza a Coleção Cidade Educadora. 

Alunos de 1º e 2º anos decidiram escrever para seus personagens preferidos, perguntando sobre seu bichinho de estimação, sobre sua cidade natal, e até mesmo consolando a personagem que mais comoveu os alunos, a Bia, que perdeu seu dente logo no dia de seu aniversário. E uma aluna em especial, se comoveu tanto que se mostrou solidária e colocou na carta uma foto sua com uma “janelinha” na boca, como a personagem, e mais, colocou também seu dentinho junto à foto.

Isso mostra o quanto as crianças fantasiam, se divertem e se identificam com os personagens das histórias lidas, mas com certeza isso só pode acontecer quando de fato essa história foi lida com emoção! E a emoção maior é perceber que cada criança, por mais que tenha dificuldades (em todos os sentidos da palavra), nunca deixa de sonhar e acreditar que o mundo pode ser melhor!!! E nada melhor que continuar acreditando nas crianças!!!

Todas as crianças são capazes, são competentes e devem  ser felizes!                                       

Kelly Grace Acras

 Agente Local do Programa Cidade Educadora / Praia Grande -SP

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Entrevista – CBN Curitiba

Postado por Júlio Röcker Neto às 13h46
14 de novembro de 2007Júlio Röcker Neto

Entrevista – Rádio CBN Curitiba  – Veiculada no dia 09/11/07.

Rádio CBN Curitiba.

Jornalista Marcos Tosi.

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Linguagem – Competência essencial numa abordagem transdidática

Postado por Júlio Röcker Neto às 14h17
7 de novembro de 2007Júlio Röcker Neto

Na verdade, todo livro, uma vez aberto por um jovem leitor, é uma possível porta de acesso ao milagre vivo da leitura.
(Paulo Bentancur)

Muitos já escreveram ou falaram da importância do livro e da literatura e da transformação que a leitura pode ocasionar na vida de uma criança. Um exemplo disso: há pouco tempo, um garoto de 12 anos de uma escola pública do litoral paulista viveu uma experiência transformadora. Depois de anos amargando frustração e dificuldades na escola, percebeu que já conseguia entender o que escrevia, o que outros colegas escreviam e, principalmente, que os outros compreendiam o que ele estava escrevendo. O mais interessante é que essa criança já freqüentava a escola há seis anos e estava ainda cursando a 2ª série do Ensino Fundamental. Será que a competência leitora e de escrita desse menino mudou de uma hora para outra? Sabemos que não. Mas, então, o que aconteceu para que essa experiência libertadora ficasse tão marcada, positivamente, na vida dessa criança e de sua professora?

Esse caráter libertador é fruto de uma inovação didática que resultou num novo conceito: o de livro “transdidático”. O prefixo “trans” explica muito bem esse novo conceito. Numa primeira análise, remetemos ao significado do prefixo “trans”, do grego “ir além de”: ir além do didático, ir além do paradidático, no sentido de não só integrar, mas também ressignificar, com um toque de inovação, esses conhecidos gêneros de livro. Um livro que fundamentalmente “transgride” (mais uma explicação para o “trans”) as relações tradicionais de ensino–aprendizagem, baseando-se numa perspectiva que prioriza elementos diferenciados – como a literatura, a reflexão, a postura empreendedora diante dos fatos cotidianos – e, principalmente, numa abordagem direta de formação de valores como ética, cidadania, respeito e valorização da vida.
Se o assunto são valores humanos essenciais que todo cidadão deve cultivar e praticar, nada melhor do que trazer para o livro transdidático os Temas Transversais preconizados pelo MEC. Novamente, o prefixo “trans” desse novo gênero de livro didático ganha força.

Como última acepção que o “trans” de transdidático sugere está a transdisciplinaridade. A abordagem “transdidática”, em sala de aula, preconiza ações de construção global de conhecimento, sem compartimentalizar os conteúdos das áreas, respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem.

Utilizando a literatura como veículo prioritário desde as séries iniciais, valoriza-se a construção da competência essencial: a linguagem. O domínio da linguagem dá à criança autonomia na leitura do mundo e dos textos e, como conseqüência, é ponto de partida para uma efetiva construção de conhecimentos. Quem constrói seus conhecimentos se torna protagonista de suas ações, sendo essa uma das qualidades fundamentais que todo educador deve buscar no desafio permanente de educar.
Nos livros transdidáticos, o gosto pela leitura é incentivado por meio de histórias literárias agradáveis, bem escritas e motivadoras. A literatura transdidática instrumentaliza o professor para exercer uma dinâmica transdisciplinar permanente e efetiva. Os alunos são instigados o tempo todo a se expressar. Os temas em geral são tratados de maneira não-dogmática e com o objetivo de valorizar uma aprendizagem plural e problematizadora. A cada momento, são incentivadas a permanente expressão e a troca de experiências e opiniões, sentimentos, necessidades e valores.

Todo ser humano, adulto ou criança, tem necessidade de auto-expressão. Em tempos de uma linguagem cada vez mais interativa, verifica-se uma integração permanente entre autor e leitor. Quando uma criança é respeitada por ser protagonista de suas ações, autora das próprias idéias, partícipe efetiva dos contextos em que está inserida, pode-se dizer que um importante papel da escola (e da família) está sendo cumprido: a construção da cidadania.

O processo de aprendizagem vem sendo “pasteurizado” nas escolas brasileiras, e os resultados nos índices de letramento, em todas as áreas, não são satisfatórios, uma vez que os alunos levam muito tempo para adquirir competências essenciais. As avaliações nacionais e internacionais demonstram isso seguidamente.

Muitos fatores influenciam esses baixos resultados, em especial a falta de incentivo para aprender e a utilização de materiais didáticos fragmentados e descontextualizados. Quando uma criança começa a ler, a escrever e a se posicionar diante de sua turma, acontece uma mudança de comportamento que vai levar à promoção de sua auto-estima. Isso fará toda a diferença na trajetória escolar desse aluno.

Para o garoto de 12 anos ao qual me referi no início do texto, a escola nunca mais será a mesma. Agora, ele tem certeza de que pode aprender. Os tempos de frustração e dificuldades na escola ficaram para trás.

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