logo

Cidade Educadora e Maria Constança:parceria que está dando certo!

Postado por martha.nascimento às 07h05
2 de setembro de 2010

A Escola Municipal Maria Constança, em Salvador, cada vez mais abraça o Programa Cidade Educadora. O programa esteve presente no Festival de Dança da Escola, representado por suas agentes pedagógicas, Martha Nascimento e Verena Santana, as quais foram juradas do evento.

Outro momento de integração entre Escola e Programa foi na Festa de Encerramento do 1º semestre, quando as mesmas agentes pedagógicas puderam prestigiar as quadrilhas dos alunos.

Um momento ainda mais significativo dessa parceria não pode ficar sem registro: foi um atendimento pedagógico realizado com as turmas do 1º e 2º ano. Nesse dia, as turmas estavam juntas sob a responsabilidade da professora Maria de Fátima Cavalcante. As agentes pedagógicas foram convidadas a entrar na sala e puderam realizar um atendimento bem diferenciado, conversando com a turma sobre as histórias do livro amarelo da Coleção Cidade Educadora.

Mais um aspecto marcante desse encontro foi a presença de um aluno do 2º ano que respondeu a uma pergunta sobre a história Onde está o meu tesouro?. Quando questionado sobre como sabia da história, o garoto respondeu que leu os livros de seu irmão do primeiro ano. Essa vivência foi muito importante para o Programa Cidade Educadora, considerando o seu objetivo de estimular a leitura dos alunos.

Maria Constança

Martha Nascimento

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

Tags: , , ,
Arquivado em vivência | Nenhum Comentário

Estatuto do idoso, respeito, cidadania e muita emoção através da Coleção…

Postado por Fernanda Portela às 07h03
25 de agosto de 2010

As professoras Ivonete Aleixo, do 4º ano A, Sara Jane Gonçalves, do 4º ano C e Rose Mary, do 5º ano C,  da E.M. Carlos Roberto Dias, propuseram a seus alunos  um trabalho com temas relacionados aos cuidados com os mais velhos e o Estatuto do Idoso, assuntos abordado no LHI e no Livro dos Conhecimentos da Coleção Cidade Educadora.

100_3026      100_3130

Com o apoio da Pedagoga Comunitária Maria de Lourdes, que agendou uma visita a  Casa de Repouso Renascer , próxima à escola, os alunos puderam vivenciar momentos inesquecíveis , resgatando valores éticos e morais, onde a emoção tomou conta de todos  os presentes.  

 Foi um aprendizado de cidadania, respeito e amor ao próximo, temas  sempre presentes nas histórias da Coleção Cidade Educadora e que  extrapolaram os muros da escola. 

A atividade começou com a orientação aos idosos sobre o Programa Cidade Educadora feita pela agente pedagógica Fernanda Portela. Em seguida, os alunos do 5º ano C apresentaram um teatro sobre o tema e a leitura de alguns artigos do Estatuto do Idoso.

100_3047 100_3055              

                          100_3067

A agente pedagógica Carolina Stefani proporcionou muita alegria durante a contação da história  A princesa e o sapo, quando os idosos  puderam relembrar seu tempo de infância.

100_3085  102_2591  100_3124 

Um dos pontos que vale ressaltar foi a oficina de origami ministrada pelos alunos do 4º e 5º ano C, que ensinaram a arte oriental aprendida na história Tem novidade no ar, volume azul, da CCE e também a apresentação musical, realizada pelas alunas do 4º ano A.

                           102_2605

Como forma de agradecimento pelo dia tão encantador, os alunos presentearam a  cada um dos idosos com uma toalha de rosto.

Parabéns às professoras que tiveram esta brilhante iniciativa.  Com toda a certeza este dia ficará marcado em nossos corações  para a vida inteira!

Fernanda Portela

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora- Praia Grande

Tags: , , , , ,
Arquivado em vivência | 5 Comentários

Escola nova, escola antiga…

Postado por Fernanda Portela às 07h00
19 de agosto de 2010

Você sabe por que sua escola tem esse nome? E a idade dela, você sabe?

A resposta foi uma aula divertida e repleta de ensinamentos. E, foi assim que a professora Sônia Maria Glass, do 2º ano B, explorou a atividade sugerida na história do volume amarelo, Quem não viu, que veja agora, da Coleção Cidade Educadora.

A E.M. José Júlio M. Baptista foi inaugurada no dia o2/02/1984 e a escola comemora o aniversário do seu  patrono,  que deu o nome a  escola,  no dia 05/08.  A profª ampliou o tema da atividade e convidou alguns funcionários da escola para darem depoimentos sobre as profissões que exercem.

Entrevista com a merendeira da escola e demais funcionários no 2º ano B...

Entrevista com a merendeira da escola e demais funcionários no 2º ano B...

Mas, por que você escolheu esta profissão? Há quanto tempo você trabalha aqui na escola? Qual é a quantidade de merenda servida aos alunos todos os dias? Você gosta de trabalhar com crianças? Essas foram algumas das perguntas feitas pelas crianças aos profissionais que trabalham na escola e que tanto amor dedicam a ela. Também  foi entrevistada a diretora Luciana Rocha, que já foi professora desta mesma unidade escolar, e junto com a Supervisora Natércia e a Assistente Técnica Pedagógica, Janaína Martinho, comandam a escola.

Na foto, funcionária da escola Sra. Rosa, Diretora Luciana e a Profª Sônia, que também foram entrevistadas pelas crianças.

Na foto, funcionária da escola Sra. Rosa, Diretora Luciana e a Profª Sônia, que também foram entrevistadas pelas crianças.

Outra funcionária da escola que foi entrevistada pelos alunos e que merece destaque é a Rosa Maria Pousada Gomes, que trabalha há 21 anos nesta mesma escola e relatou:

sou muito feliz, pois as crianças que hoje estudam aqui, são filhos de ex-alunos e assim, percebo o quanto a educação é importante na vida das pessoas e, é a escola que muitas vezes tem esta missão…”.

Sucesso à professora Sônia, aos alunos do 2º B e a toda a equipe da E.M. José Júlio M. Baptista, vocês realmente fazem a diferença!

 Fernanda Portela

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Praia Grande

 

Tags: , , , , , ,
Arquivado em vivência | 4 Comentários

Construindo palavras com o alfabeto móvel

Postado por renata.marreiros às 07h47
16 de agosto de 2010

A professora Dulcênia, da Escola José Ribeiro dos Santos Cunha, em Praia Grande, antes mesmo de iniciar as histórias da Coleção Cidade Educadora, solicitou aos alunos que recortassem o alfabeto móvel que vem anexado ao final do volume amarelo.

O trabalho da professora foi feito assim: cada criança construiu seu nome identificando algumas letras no alfabeto móvel. Após esse trabalho, todos ganharam uma sílaba escrita pela professora e tentavam escrever palavras.

Esse trabalho facilitou a construção de escrita do aluno, pois dessa maneira a professora pôde verificar com mais facilidade os níveis de escrita de seus alunos e a evolução de cada um deles.

 

Alunos recortando alfabeto móvel.

Alunos recortando o alfabeto móvel

 

Aluno construindo palavras

Aluno construindo palavras com o alfabeto móvel

Professora Dulcênia, parabéns pelo trabalho maravilhoso e enriquecedor em sala de aula com os livros da Coleção Cidade Educadora! Professoras como você fazem toda a diferença!

Renata Marreiros

 Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora- Praia Grande

Tags: , , , ,
Arquivado em vivência | Nenhum Comentário

Histórias que o Rio Conta

Postado por Adriana.Nascimento às 07h03
10 de agosto de 2010

DSC02295

Os alunos da Escola Municipal Laura Sales, em Salvador, entraram no mundo da imaginação com a leitura de Histórias que o rio conta, do livro verde da Coleção Cidade Educadora. 

Para estimular a criatividade  e  a escrita dos  alunos, a professora solicitou que eles  escrevessem  uma história partindo da leitura visual do livro.

O trabalho começou com uma conversa com as crianças sobre o que elas viam nas imagems. Em seguida, elas observavam os personagens, objetos, cenário, detalhes que chamavam a atenção e levantavam hipóteses sobre a temática da história. A professora ia registrando na lousa todas as possibilidades de assuntos levantados pelos alunos.

DSC02289

 Após todos falarem, foi proposto que construíssem uma história coletiva  partindo das hipóteses levantadas. O texto foi sendo construído na medida em que a turma ia falando e um aluno ia registrando numa folha de papel metro.  

Durante a construção do texto, os alunos que ainda não dominavam a escrita participavam oralmente e os que já escreviam, faziam o revezamento da escrita do texto.

Estimular o pensamento e criatividade das crianças para além do que se vê, com questionamentos tais como: O que aconteceu antes? O que se fará ou acontecerá depois? Com quem? Onde?,  é fundamental para a construção de textos coerentes e coesos. É assim que se aprende a escrever!

DSC02292

Adriana Nascimento

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

Tags: , , , ,
Arquivado em vivência | 4 Comentários

Futebol, leitura e escrita aliados com o Programa Cidade Educadora na Eufrosina Miranda

Postado por sara.reis às 07h05
8 de julho de 2010

A Escola Municipal Eufrosina Miranda deu um verdadeiro show de bola aliando futebol, leitura e escrita. A turma do 5º ano, da professora Elisangela Correia, marcou um gol de placa! Aproveitando o clima da Copa do Mundo, a turma resolveu ousar: após a leitura da história  Eu, você e mais alguém, eles criaram (com a orientação da professora) um mural das regiões do Brasil. Estudar o local de origem da personagem Dorinha foi muito importante para o avanço das crianças…até a gíria “fique peixe!” é um sucesso na escola!

A proposta inicial era estudar a região Nordeste, mas eles foram além e conheceram mais sobre outras regiões do Brasil. Daí foi um pulo até chegar a outros países, aproveitando o clima da Copa! Cada sala ficou com duas nações, e as crianças refletiram sobre ética e respeito ao analisar diferentes características dos povos que fazem parte de cada nação!

Parabéns a todos pela iniciativa…continuem assim!

DSC01856

Sara Reis

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

Tags: , , , ,
Arquivado em vivência | 1 Comentário

Artes e Música juntas com a Coleção Cidade Educadora.

Postado por marcia.farias às 07h22
7 de maio de 2010

A Escola Municipal Allan Kardec, da CRE Centro, em Salvador, festejou a entrega de livros aos alunos com uma apresentação da professora Denise, de Artes, tendo como base a história O dia do Benquerer. A apresentação dos livros foi feita pela coordenadora Vanilda, que aproveitou para ressaltar a importância da leitura, da escrita e dos cuidados com os livros.

Os alunos do 5°ano apresentaram um coral com a música  Não é proibido de Marisa Monte. A música   foi um chamado para a leitura, para viajar na imaginação e para perceber que ler pode ser  tão gostoso quanto Jujuba, Bananada, Pipoca…

Jujuba, bananada, pipoca,
Cocada, queijadinha, sorvete,
Chiclete, sundae de chocolate,

Paçoca, mariola, quindim,
Frumelo, doce de abóbora com coco,
Bala juquinha, algodão doce e manjar.

Venha pra cá, venha comigo!
A hora é pra já, não é proibido.
Vou te contar: tá divertido,
Pode chegar!

Traz todo mundo, ‘tá convidado, é só chegar.
Traz toda a gente, ‘tá liberado, é pra dançar,
Toda tristeza deixa lá fora; chega pra cá!

 

Márcia Farias

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

Tags: , , ,
Arquivado em vivência | Nenhum Comentário

O Mundo encantado da Escola Municipal do Calabetão

Postado por Marcos Marcelo Ferreira Barreto às 08h00
6 de maio de 2010

 

065Foi no Mundo encantado das histórias que os livros da Coleção Cidade Educadora – CCE-  foram entregues aos alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal Calabetão, em Salvador, na manhã e tarde do dia 23 de abril.

Este mundo, envolvido pela magia de personagens conhecidos da garotada, teve a declamação de um poema escrito pela poetiza e professora Aidil Braga. Cada personagem declamou estrofes do poema e falou sobre como é fascinante o mundo dos livros. A Bailarina Lalá , Prof ª Aiala,  com toda a sua doçura, anunciou a abertura do evento e convidou os  ilustres personagens da literatura infantil para entrarem no mundo mágico dos livros: a Boneca Emília (Profª Ana Maria), o Mago Jeco (Profª Aidil), o Palhaço Pipoca (Profª Érica), a Fadinha Estrela (Profª Julice), A Bruxa Panqueca (Profª Magnólia), Alice no país das maravilhas(Profª Marisa) e Beto , o Jornal Falado (Profª Tânia) personagem da Coleção Cidade Educadora - Volume Verde. 

 Foi uma tarde animada  na qual os alunos, com olhos atentos e fascinados, atendiam ao convite para  se tornarem aprendizes de feiticeiros feito pela Bruxa Panqueca, que,  no seu caldeirão, enfeitiçava a todos para a leitura. Ainda admirados, olhavam para a varinha da Fadinha Estrela atentos a toda magia  e surpresas que aquela varinha era capaz de realizar.

099062Ah! Mas a chegada do Beto , o Jornal Falado, o já conhecido amiguinho da garotada leitora da Coleção Cidade Educadora – Volume Verde –  foi sensacional. A criançada vibrava com suas descobertas, tentando, junto com Beto, descobrir o que haveria na  Casa da rua das sombras e como seria o Dia do Benquerer.

Eram tantas as histórias, tantas descobertas, tantos personagens para conhecer,  que os alunos da Escola Municipal do Calabetão não se despediram dos personagens. Eles marcaram um novo encontro no Mundo Encantado dos Livros.

 Marcos Barreto e Verena Santana

Programa Cidade Educadora – Salvador

 

 

Tags: , , , , ,
Arquivado em vivência | 2 Comentários

O livro é um presente!

Postado por Patricia Barreto às 07h30
3 de maio de 2010

E.M Vinicius de Moraes_recebendo os livros

Uma das muitas qualidades do Programa Cidade Educadora é contribuir para que os alunos aumentem seu acervo de livros literários. Os Livros das Histórias e Ideias (LHIs) que compõem a Coleção Cidade Educadora são, no mínimo, um presente colorido, alegre, farto de pensamentos para  se ter e compartilhar.

 

Para celebrar o momento de receber o Diário de Bordo e LHIs, a equipe pedagógica da Escola Municipal Vinicius de Moraes preparou uma festa surpresa. Vestida de cigana (a de Notre Dame, talvez), a coordenadora Lorena comandou essa festa que contou com uma roda de contação de história num tapete mágico, olhos fechados e a mesma sensação vivida pela personagem Henrieta.

 
Neste evento rico de fantasia, de sensações e da integração de elementos literários que povoam outras histórias, a coordenadora, com o apoio da direção, das  professoras e  dos funcionários da escola, fez do livro um rico presente.
A escola que já tem nome de poeta, não podia fazer diferente!

Parabéns à equipe da E.M. Vinicius de Moraes pela valorização do livro na vida desses alunos!

Patrícia Barreto

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

Tags: , , , ,
Arquivado em vivência | 3 Comentários

Uma feira para não esquecer

Postado por marta.costa às 08h41
27 de abril de 2010

O que você pensaria de uma cidade com 40 quilômetros de arcadas, isto é, de calçadas cobertas, separadas do leito da rua por colunas nos mais diferentes e encantadores formatos?
O que você pensaria de uma cidade que tem a universidade mais antiga da Europa?
Como você imagina, dentro dessa cidade, uma feira internacional com centenas de países, milhares e milhares de livros para jovens e crianças, nos mais diferentes formatos, concepções gráficas, enredos, intenções e estilos? Ilustrações que são verdadeiros quadros artísticos, pop ups aos montões que fazem sair das páginas animais, pessoas, edifícios, situações, paisagens, flora e fauna extraordinárias?
Pois é, gente, descobri que o paraíso do livro infantil tem endereço: Bolonha, na Itália. Era a Feira do Livro Infantil de Bolonha 2010, evento para editores, autores, ilustradores e agentes literários, realizada de 26 a 29 de março passado. A Aymará esteve presente: cinco livros selecionados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil que ganharam espaço e visibilidade no estande e no catálogo da Fundação. Uma honra, um prêmio, um sinal de qualidade.
Selecionados foram Miguel Sanches Neto (“Um camponês na capital”), Samir Thomaz (“O cobrador que lia Heidegger”), Massao Simizo (“As quatro estações e outros haicais”), Eliana Yunes (“Tecendo um leitor: uma rede de fios cruzados”) e eu (“Sempreviva, a leitura”). Estivemos em importante companhia de Bartolomeu Campos Queirós, Lygia Bojunga, Ana Maria Machado, Roger Mello, Ângela Lago e outros bambas da literatura infantil e juvenil brasileira.
Muitos pavilhões, muitas editoras, livros aos milhares, centenas de pessoas circulando pelos corredores, parando nos estandes, olhando livros, fazendo negócios. Em cada parada, a pesquisa e a curiosidade eram satisfeitas: descobria-se ora uma narrativa surpreendente, ora uma ilustração de abrir os olhos, um formato inovador de livro ou de concepção gráfica. Passar pelos países e pelos continentes era questão de cruzar um corredor, de trocar de pavilhão, de voar ou navegar pelos estandes. Também muito livro sem novidade, que parecia a cópia do que já vimos e lemos em tempos e plagas brasileiras. Há leitores e consumidores para todo tipo de história, não é?
Prefiro noticiar o que mais me surpreendeu: você, que considera narrativas “longas e cansativas” uma história de 20 páginas, o que diria de um livro de 96 páginas (com algumas poucas ilustrações em preto e branco)destinado a uma criança de cinco anos??? Com que admiração, embasbacamento e um desesperado desejo de mais olhos você veria as ilustrações húngaras, um primor, uma surpresa, um conjunto de técnicas de artistas inspiradíssimos? Além disso, que mistério e desafio tentar ler os livros editados na China, na Coréia do Sul (país homenageado na Feira) e na África, com escritas desenhadas e inacessíveis aos analfabetizados nos idiomas?
Para quem ama livros, histórias, a beleza da arte humana e a vida, a Feira de Bolonha foi (e continuará sendo) um banquete sem igual. Por falar nisso, eu vinha trazendo alguns docinhos servidos no banquete, mas eles caíram no caminho (e se perderam no oceano Atlântico) . Restaram apenas os sabores da memória: aromáticos, dulcíssimos…

Marta Moraes da Costa

Diretora do Centro Pedagógico da Editora Aymará

Tags: , ,
Arquivado em Artigo | 5 Comentários

Editora Aymar
Curitiba: Rua Lamenha Lins, 1709 - Rebouças - Fone/Fax: (41) 3213-3500
Sagarana