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Construindo palavras com o alfabeto móvel

Postado por renata.marreiros às 07h47
16 de agosto de 2010

A professora Dulcênia, da Escola José Ribeiro dos Santos Cunha, em Praia Grande, antes mesmo de iniciar as histórias da Coleção Cidade Educadora, solicitou aos alunos que recortassem o alfabeto móvel que vem anexado ao final do volume amarelo.

O trabalho da professora foi feito assim: cada criança construiu seu nome identificando algumas letras no alfabeto móvel. Após esse trabalho, todos ganharam uma sílaba escrita pela professora e tentavam escrever palavras.

Esse trabalho facilitou a construção de escrita do aluno, pois dessa maneira a professora pôde verificar com mais facilidade os níveis de escrita de seus alunos e a evolução de cada um deles.

 

Alunos recortando alfabeto móvel.

Alunos recortando o alfabeto móvel

 

Aluno construindo palavras

Aluno construindo palavras com o alfabeto móvel

Professora Dulcênia, parabéns pelo trabalho maravilhoso e enriquecedor em sala de aula com os livros da Coleção Cidade Educadora! Professoras como você fazem toda a diferença!

Renata Marreiros

 Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora- Praia Grande

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Histórias que o Rio Conta

Postado por Adriana.Nascimento às 07h03
10 de agosto de 2010

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Os alunos da Escola Municipal Laura Sales, em Salvador, entraram no mundo da imaginação com a leitura de Histórias que o rio conta, do livro verde da Coleção Cidade Educadora. 

Para estimular a criatividade  e  a escrita dos  alunos, a professora solicitou que eles  escrevessem  uma história partindo da leitura visual do livro.

O trabalho começou com uma conversa com as crianças sobre o que elas viam nas imagems. Em seguida, elas observavam os personagens, objetos, cenário, detalhes que chamavam a atenção e levantavam hipóteses sobre a temática da história. A professora ia registrando na lousa todas as possibilidades de assuntos levantados pelos alunos.

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 Após todos falarem, foi proposto que construíssem uma história coletiva  partindo das hipóteses levantadas. O texto foi sendo construído na medida em que a turma ia falando e um aluno ia registrando numa folha de papel metro.  

Durante a construção do texto, os alunos que ainda não dominavam a escrita participavam oralmente e os que já escreviam, faziam o revezamento da escrita do texto.

Estimular o pensamento e criatividade das crianças para além do que se vê, com questionamentos tais como: O que aconteceu antes? O que se fará ou acontecerá depois? Com quem? Onde?,  é fundamental para a construção de textos coerentes e coesos. É assim que se aprende a escrever!

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Adriana Nascimento

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Futebol, leitura e escrita aliados com o Programa Cidade Educadora na Eufrosina Miranda

Postado por sara.reis às 07h05
8 de julho de 2010

A Escola Municipal Eufrosina Miranda deu um verdadeiro show de bola aliando futebol, leitura e escrita. A turma do 5º ano, da professora Elisangela Correia, marcou um gol de placa! Aproveitando o clima da Copa do Mundo, a turma resolveu ousar: após a leitura da história  Eu, você e mais alguém, eles criaram (com a orientação da professora) um mural das regiões do Brasil. Estudar o local de origem da personagem Dorinha foi muito importante para o avanço das crianças…até a gíria “fique peixe!” é um sucesso na escola!

A proposta inicial era estudar a região Nordeste, mas eles foram além e conheceram mais sobre outras regiões do Brasil. Daí foi um pulo até chegar a outros países, aproveitando o clima da Copa! Cada sala ficou com duas nações, e as crianças refletiram sobre ética e respeito ao analisar diferentes características dos povos que fazem parte de cada nação!

Parabéns a todos pela iniciativa…continuem assim!

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Sara Reis

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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A LEITURA COMO ATO POLÍTICO

Postado por marta.costa às 07h29
1 de março de 2010

A proximidade das eleições e o discurso dos candidatos repõem no cotidiano palavras como saúde e educação. Se isso ocorre, é porque cada uma delas apresenta problemas graves a serem sanados, talvez no próximo mandato, talvez em data muito longínqua.

Sobre a saúde, as doenças do corpo exigem socorro imediato, afetam o presente e o futuro do indivíduo. Faltam médicos, remédios, recursos para tratamentos demorados. Paralelamente, pesquisas e tecnologia apontam para a maior longevidade e diminuição das dores e temores. Paradoxo dos tempos em que vivemos: a dengue é endêmica mas a inseminação artificial resulta em milagres duplos, quádruplos, quíntuplos…

Já as doenças do espírito e da inteligência afetam o passado, o presente e, em especial, o futuro. Faltam professores e salários decentes, escolas adequadas, material didático avançado e eficaz. As teorias e experimentos converteram o espaço escolar em laboratório de sucessos e também de fracassos. A polêmica mais recente trata dos ciclos do ensino fundamental, em que a reprovação dos alunos por desempenho insuficiente foi abolida. Os defensores dessa posição pedagógica justificam-se afirmando que aprendizagem não é sinônimo de fracasso pessoal, que seria o sentimento experimentado pela criança em vista dessa reprovação. Já os adversários, horrorizam-se com o analfabetismo explícito de crianças e pré-adolescentes: “como é possível que Luisinhos /Aninhas, com 9, 10 ou 11 anos, sejam analfabetos na 4ª, 5ª ou 6ª série ?”

Mais adiante, no vestibular, a reclamação é generalizada. De um lado, candidatos buscam ingerir pílulas de conselhos e modelos de redação, rápidas, indolores, sem sabor. A redação maléfica, qual bruxa indesejada, agora obrigatória e eliminatória, figura como assombração. Do outro lado, professores a brandir ameaças, a distribuir conselhos, de caneta vermelha na mão, sangrando notas abaixo da linha de reprovação.

Na vida profissional, o exercício da escrita tem sempre a marca de Caim: quem pode, dela foge. E se justifica: “Escrevo mal porque leio pouco”, “é raro o tempo para ler”, “é a falta de hábito”, etc. etc Qualquer que seja a razão, existe uma quase inexistente troca de saberes/sabores através do texto escrito. Disso resulta a inteligência verbal desnutrida, a escrita tolhida, a comunicação e expressão de pensamentos e informações reduzidas ao nível da Idade da Pedra ( um tanto de grunhidos, rabiscos imagéticos, balbucio, incompletude).

As irmãs gêmeas, não idênticas e muito menos siamesas, que são a escrita e a leitura, expõem as pessoas em fraldas verbais. O infantilismo no trato com a linguagem, seja para escrever o mínimo de linhas e o mínimo de ideias, seja na compreensão de textos verbais, necessariamente curtos e simplificados, promove uma sociedade apática (sem a vitalidade da informação com suas contradições e profundidade), manejável ( satisfeita com os valores e conceitos ensinados por salvadores da pátria/comunicadores de plantão) e à mercê de arautos e clarins do terror tecnológico ( o e-book dará fim ao livro, a escrita dos chats acabará com a norma padrão da língua portuguesa).

         Para além da desinformação e do temor, a necessidade de discutir as questões relativas à leitura e escrita no âmbito de toda a sociedade pode esclarecer que papéis queremos desempenhar, enquanto país, no teatro da cultura e da cidadania.

Por que, estejamos conscientes, na sociedade do conhecimento, anunciada por todos os que estudam o presente para lançar previsões para o futuro, não haverá lugar para os analfabetos funcionais (aqueles que, com dificuldade, leem ou escrevem textos simplificados). A crise do emprego passa pela rala qualificação dos postulantes a um posto de trabalho. A crise educacional passa pelo desamor ao estudo e à leitura. A crise de cidadania passa pelo desconhecimento de normas básicas da civilização, pela desinformação, pela apatia decorrente da nenhuma informação qualificada.

São  muitos os aspectos a serem discutidos pela sociedade  – e pelos candidatos a cargos políticos – na área da leitura e da escrita, da informação e do conhecimento, da pesquisa e da tecnologia, da escola e da sociedade. E todos eles afetam o tecido social, com muita profundidade.

Mas o túnel tem distância determinada e acaba; então a luz do sol se impõe. Nós trabalhamos para que ela brilhe. Qualificamos o material e o professor que, por sua vez, qualifica a criança. Acreditamos que o estímulo à leitura pode nascer em qualquer canto: numa sala de aula equipada; na pobre morada da família de subúrbio; na criança que ainda não aprendeu a ler; naquela que lê sem gostar; no professor desamparado mas entusiasmado; na escola que briga pelo reconhecimento do bairro e do município; em todos aqueles professores que reinventam sua metodologia no cotidiano da prática; naqueles que insistem porque acreditam.

E o canto da cidade será nosso!

Marta Moraes da Costa

Diretora do Centro Pedagógico da  Editora Aymará

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Um Diálogo Prazeroso com o Mundo

Postado por Júlia Scandiuci Figueiredo às 13h34
12 de novembro de 2009Júlia Scandiuci Figueiredo

A escola Nova Sussuarana realizou no mês de outubro a Culminância
 de um projeto de literatura denominado “Leitura e Escrita: Um diálogo prazeroso com o mundo”.
Dentre as literaturas trabalhadas, não poderia faltar a Coleção
do Programa Cidade Educadora.

Nesse evento, foi trabalhada a história do livro verde da Coleção Cidade Educadora  ”Histórias Que o Rio Conta” , de forma
criativa e diferenciada. Os alunos vestiram uma beca azul para a
apresentação, e fizeram: cartaz, o reconto da história e seus
personagens, a biografia do autor e por fim, a seguinte paró-
dia, feita a partir da música Entra na minha casa, cantada por
Régis Danese.

Como fazer
Pra desvendar
O mistério que está lá
Duda pensou,
Pesquisou, pesquisou
E o mistério desvendou!
Manuela vai registrar,
Em seu caderno vai anotar.
Zé Quelé vai se assustar
E a noticia vai se espalhar!
Beto e Manuela
Ouviram a avó Tunica,
Ficaram com muitas dúvidas,
E foram até o rio
Encontraram as pegadas
De um bicho bem diferente
Chamado de lontra
Assustado com a gente.

Foi um momento mágico em que todos estavam estimulados,
mostrando como é possível, mesmo com tantas dificuldade fascinar todos os que assistiam a apresentação, demonstrando  como fazer a diferença na educação.
Os professores e gestores tinham em mente com este projeto
o propósito de conduzir os alunos para o caminho da leitura
por prazer, pois através de cada tema abordado seria possível
adentrar no mundo dos seus alunos. Esse é poder da educação
nas mãos daqueles que acreditam que é possível construir com
amor, valores, criatividade e o gosto de aprender.

Flávia Pita

Agente Local do Programa Cidade Educadora – Salvador

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