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A arte do Pontilhismo na escola

Postado por clemilda.silva às 07h54
18 de fevereiro de 2010

Exemplo de trabalho desenvolvido

Exemplo de trabalho desenvolvido

A professora Rosineide Melo de Almeida, do 3o ano da Escola Municipal Tomaz Gonzaga,  trabalha bastante a  Coleção do Programa Cidade Educadora . Ao ler as histórias com seus alunos, buscou  articular a Coleção com o Projeto da unidade Escolar,  denominado “Trabalhar brincadeiras de criança” ,a partir de uma obra de arte.

Para este trabalho, a obra escolhida  foi  a de George Pierre,  que  traz a Arte utilizando o Pontilhismo. Assim, muitas atividades foram desenvolvidas pela professora com os seus alunos e dentre elas a criação de um álbum utilizando  essa técnica   na confecção  da imagem dos personagens da Coleção Cidade Educadora.

Pontilhismo na sala de aula

‘’O Pontilhismo é uma técnica de pintura em que  pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição uma mistura ótica nos olhos do observador.” O Pontilhismo  surgiu na França, em meados da década de 1880, com um movimento  pós- impressionista. O mais notável pintor do Pontilhismo  é Seurat.

A professora considerou muito importante desenvolver essa proposta com as Histórias   porque conseguiu relacionar  ao Projeto da unidade Escolar e estabelecer a ponte entre diferentes formas de expressões artísticas.

Clemilda Silva – Salvador

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Museu Vivo Sobre o Folclore Brasileiro

Postado por clemilda.silva às 08h08
5 de outubro de 2009

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A escola Leovícia ­ Andrade, do Calabetão, da CR Cabula, de Salvador, deu uma  demonstração viva de que na educação tudo é possível  quando existe força de vontade no que se faz.

A professora Ariosvalda, do 5º ano, resolveu construir com seus alunos um projeto sobre o Folclore, tendo como texto norteador a história Histórias Que o Rio Conta, do livro verde, da Coleção Cidade Educadora.

Segundo alunos e professora, foi um momento de construção  e descontrução de alguns medos. Medo de falar em público, de alguns personagens do folclore, do que os outros vão falar na apresentação dos trabalhos.

O que vimos foram 78 alunos empenhados, orgulhosos em apresentar o resultado de um trabalho, onde conseguiram vencer, a partir da sua força de vontade, com o apoio da professora, gestoras e outros docentes, muitos obstáculos, tais  como a falta de material para pesquisa em casa, a dificuldade de leitura e escrita de alguns alunos, o material para confecção  de cartazes e muitos outros.

Contudo, a professora e os alunos conseguiram realizar o trabalho na escola, envolvendo desde textos escritos, até a dramatização e a organização das apresentações que foram realizadas, através de um Museu Vivo.

Cantigas de roda, trava-línguas, advinhas, fábulas, lendas, uma representação do livro “Histórias Que o Rio Conta”, ampliado pela professora Márcia , como cenário para que a aluna Thaísa contasse a história.

Houve ainda dança de capoeira, brinquedos e brincadeiras tais como: amarelinhas, empinar arraia, jogo de bola de gude. As superstições e medicina popular foram um cpítulo a parte com brincadeiras, referendando alguns dos mitos, Saci- Pererê, Mãe-d’água e o que eles representam na cultura popular.

Imagine que todo este cenário  foi construído e apresentado pelos 78 alunos da professora Ariosvalda, na sala de aula, como uma peça de teatro, onde, a cada momento, uma turma da escola ia assistir às apresentações que marcaram o rítmo  e a organização  de uma professora, numa escola que acredita que a educação pode dar certo quando se investe no potencial de cada aluno, de cada ser humano, inserido  no contexto escolar.

Clemilda Silva

Programa Cidade Educadora- Salvador

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