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T EXTO-CONTEXTO é o blog da Aymará. Aqui serão discutidos temas variados, relacionados à educação, propostos pela equipe da Editora. Seus comentários ou sugestões são muito bem-vindos. Para participar, use o link COMENTÁRIOS que está no final de cada um dos textos publicados.

JECEABA É UMA CIDADE EDUCADORA!

Postado por ana.reis às 08h41
5 de março de 2010

O dia 03 de março foi importante para a pequena cidade de Jeceaba, MG, e para o Programa Cidade Educadora (PCE). Neste dia, foi selado o compromisso de trabalho entre a equipe PCE e a Secretaria de Educação de Jeceaba. Em reunião com a secretária de educação, Beatriz Martins da Silva e o coordenador geral das escolas, Eduardo Assis, a equipe do Programa formou o comitê de atuação na cidade, alinhou objetivos e planejou ações para o ano de 2010.

É sempre uma alegria ter um município novo no Programa Cidade Educadora, com novos olhares e muitas crianças lendo, aprendendo e se formando a partir de histórias e ideias!

Jeceaba é uma Cidade Educadora!

Ana Amélia Reis

Coordenadora de Atendimento do Programa Cidade Educadora – Jeceaba

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Sem memória não há registros!

Postado por cristiane.pereira às 08h43
3 de março de 2010

Enquanto agente pedagógica do Programa Cidade Educadora, fica difícil não se encantar com o trabalho dos professores com o uso da Coleção, mas, mais difícil ainda é não recordar aqueles momentos que ficaram inesquecíveis em nossa memória.

Ainda me lembro da professora Evelin Nascimento, do 4º ano E da escola municipal Dr.º Wilson Guedes, do município de Praia Grande, que através da leitura da história “Nosso lugar, qualquer lugar – Volume Azul, realizou atividades significativas com seus alunos como podemos ver nas fotos.

Os alunos criaram um novo final para a história.

Os alunos criaram um novo final para a história.

Uma linda dedicatória ao autor José Ricardo

Uma linda dedicatória ao autor José Ricardo

Após muitas rodas de conversa, os alunos escreveram suas histórias, fizeram revisões em grupo e individual, mostrando esse lindo trabalho.
Um final muito interessante.

Um final muito interessante.

A professora Evelin ainda aproveitou a história para falar dos cuidados com a alimentação e da importância de se manter hábitos saudáveis.
Os alunos produziram um livro de receitas saudáveis.
Os alunos também produziram um livro de receitas saudáveis.

Sem memória não há registros!

Cristiane Pereira
Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Praia Grande

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“O INCRÍVEL RICARDO” – Visita do autor José Ricardo Moreira

Postado por renata.marreiros às 07h45
2 de março de 2010

Ao chegarmos à escola  Barão do Rio Branco, em Santos, fomos recebidos com muito carinho pela equipe.

Cartaz elaborado pela equipe escolar

Cartaz elaborado pela equipe escolar

Primeiramente, o autor conversou com os alunos das salas dos “1º anos A e B”, eles fizeram perguntas e falaram sobre o que gostavam nas histórias e no Diário de Bordo.

Os alunos elaboraram  vários materiais  tais como cartas, bilhetes e livrinhos para presentear o autor.

A turma do “1º ano A” confeccionou um livro contando como imaginavam ser a biografia do autor, o mais difícil foi criar um título para esse livro, mas um aluno teve uma ideia e todos se encantaram com o nome, inclusive o autor José Ricardo Moreira. O livro foi chamado de “O INCRÍVEL RICARDO”.

Entrega do livro "O incrível Ricardo"

Entrega do livro "O Incrível Ricardo"

A “turma do 2º B” elaborou um teatro contando o papel de cada pessoa da editora na elaboração dos livros da Coleção Cidade Educadora, conforme explicações presentes na contra capa dos livros. Também fizeram uma exposição de todos os trabalhos realizados pelos alunos ao longo do ano com base nas histórias do volume laranja.

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A professora Graça Maria convidou alguns avós para participarem desse dia especial;  partindo das histórias da coleção, os avós foram inseridos no contexto escolar desde o início do ano, resgatando valores na vida desses alunos.

 Os alunos confeccionaram uma carta com dizeres especiais e assinaram seus nomes para presentear o autor.

Aluna lendo a carta para o autor

Aluna lendo a carta para o autor José Ricardo

Para finalizar a visita , a “turma do 2º A” apresentou um projeto trabalhado durante o ano letivo de 2009, chamado “Reconto”. As crianças levam para casa  as histórias que escolheram,  leem a história, treinam e depois contam para os colegas de sala. Após muito treino, os alunos contam essas histórias para os 1º anos.

Como estavam lendo a história “Um lugar para todo mundo”- volume laranja- e explorando o tema da  Consciência Negra, a professora Camila distribuiu livros sobre Contos Africanos, para que os alunos fizessem o reconto de suas histórias. Aproveitando a visita do autor, os alunos apresentaram o projeto desenvolvido em sala, fazendo a junção com os livros da coleção.

 No final da apresentação, os alunos presentearam o autor com um texto coletivo, agradecendo sua presença.

A visita teve um grande significado para as crianças, pois elas sentiram-se valorizadas com todos os trabalhos que realizam em sala de aula. “Conhecer o autor dessas histórias incríveis é uma grande felicidade”-  disse uma aluna.

Agradeço à escola pela receptividade, aos avós pelo empenho na educação dos netos e ao autor, por fazer a diferença na vida desses alunos.

 Parabéns a todos! A visita foi um grande sucesso.

Renata Marreiros

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Santos

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A LEITURA COMO ATO POLÍTICO

Postado por marta.costa às 07h29
1 de março de 2010

A proximidade das eleições e o discurso dos candidatos repõem no cotidiano palavras como saúde e educação. Se isso ocorre, é porque cada uma delas apresenta problemas graves a serem sanados, talvez no próximo mandato, talvez em data muito longínqua.

Sobre a saúde, as doenças do corpo exigem socorro imediato, afetam o presente e o futuro do indivíduo. Faltam médicos, remédios, recursos para tratamentos demorados. Paralelamente, pesquisas e tecnologia apontam para a maior longevidade e diminuição das dores e temores. Paradoxo dos tempos em que vivemos: a dengue é endêmica mas a inseminação artificial resulta em milagres duplos, quádruplos, quíntuplos…

Já as doenças do espírito e da inteligência afetam o passado, o presente e, em especial, o futuro. Faltam professores e salários decentes, escolas adequadas, material didático avançado e eficaz. As teorias e experimentos converteram o espaço escolar em laboratório de sucessos e também de fracassos. A polêmica mais recente trata dos ciclos do ensino fundamental, em que a reprovação dos alunos por desempenho insuficiente foi abolida. Os defensores dessa posição pedagógica justificam-se afirmando que aprendizagem não é sinônimo de fracasso pessoal, que seria o sentimento experimentado pela criança em vista dessa reprovação. Já os adversários, horrorizam-se com o analfabetismo explícito de crianças e pré-adolescentes: “como é possível que Luisinhos /Aninhas, com 9, 10 ou 11 anos, sejam analfabetos na 4ª, 5ª ou 6ª série ?”

Mais adiante, no vestibular, a reclamação é generalizada. De um lado, candidatos buscam ingerir pílulas de conselhos e modelos de redação, rápidas, indolores, sem sabor. A redação maléfica, qual bruxa indesejada, agora obrigatória e eliminatória, figura como assombração. Do outro lado, professores a brandir ameaças, a distribuir conselhos, de caneta vermelha na mão, sangrando notas abaixo da linha de reprovação.

Na vida profissional, o exercício da escrita tem sempre a marca de Caim: quem pode, dela foge. E se justifica: “Escrevo mal porque leio pouco”, “é raro o tempo para ler”, “é a falta de hábito”, etc. etc Qualquer que seja a razão, existe uma quase inexistente troca de saberes/sabores através do texto escrito. Disso resulta a inteligência verbal desnutrida, a escrita tolhida, a comunicação e expressão de pensamentos e informações reduzidas ao nível da Idade da Pedra ( um tanto de grunhidos, rabiscos imagéticos, balbucio, incompletude).

As irmãs gêmeas, não idênticas e muito menos siamesas, que são a escrita e a leitura, expõem as pessoas em fraldas verbais. O infantilismo no trato com a linguagem, seja para escrever o mínimo de linhas e o mínimo de ideias, seja na compreensão de textos verbais, necessariamente curtos e simplificados, promove uma sociedade apática (sem a vitalidade da informação com suas contradições e profundidade), manejável ( satisfeita com os valores e conceitos ensinados por salvadores da pátria/comunicadores de plantão) e à mercê de arautos e clarins do terror tecnológico ( o e-book dará fim ao livro, a escrita dos chats acabará com a norma padrão da língua portuguesa).

         Para além da desinformação e do temor, a necessidade de discutir as questões relativas à leitura e escrita no âmbito de toda a sociedade pode esclarecer que papéis queremos desempenhar, enquanto país, no teatro da cultura e da cidadania.

Por que, estejamos conscientes, na sociedade do conhecimento, anunciada por todos os que estudam o presente para lançar previsões para o futuro, não haverá lugar para os analfabetos funcionais (aqueles que, com dificuldade, leem ou escrevem textos simplificados). A crise do emprego passa pela rala qualificação dos postulantes a um posto de trabalho. A crise educacional passa pelo desamor ao estudo e à leitura. A crise de cidadania passa pelo desconhecimento de normas básicas da civilização, pela desinformação, pela apatia decorrente da nenhuma informação qualificada.

São  muitos os aspectos a serem discutidos pela sociedade  – e pelos candidatos a cargos políticos – na área da leitura e da escrita, da informação e do conhecimento, da pesquisa e da tecnologia, da escola e da sociedade. E todos eles afetam o tecido social, com muita profundidade.

Mas o túnel tem distância determinada e acaba; então a luz do sol se impõe. Nós trabalhamos para que ela brilhe. Qualificamos o material e o professor que, por sua vez, qualifica a criança. Acreditamos que o estímulo à leitura pode nascer em qualquer canto: numa sala de aula equipada; na pobre morada da família de subúrbio; na criança que ainda não aprendeu a ler; naquela que lê sem gostar; no professor desamparado mas entusiasmado; na escola que briga pelo reconhecimento do bairro e do município; em todos aqueles professores que reinventam sua metodologia no cotidiano da prática; naqueles que insistem porque acreditam.

E o canto da cidade será nosso!

Marta Moraes da Costa

Diretora do Centro Pedagógico da  Editora Aymará

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Salvador Cidade Educadora e Avaliação

Postado por Marcos Marcelo Ferreira Barreto às 06h33
24 de fevereiro de 2010

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A Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer – SECULT do município de Salvador (BA) desenvolveu e aplicou uma avaliação para verificar o desempenho de leitura e escrita de alunos do 1º ao 5º ano, no ano de 2009.
O modelo de avaliação desenvolvido em parceria com o Programa Cidade Educadora – Salvador, tem entre seus objetivos identificar em que fases ou hipóteses de leitura e escrita encontram-se as crianças no Ensino Fundamental I.
Entre os pontos de avanço que este evento trouxe para a educação soteropolitana, um merece atenção: foi uma oportunidade, na história recente de Salvador,  na qual gestores e educadores da  se reuniram para discutir o tema avaliação considerando e ouvindo atores (gestores, coordenadores, professores e especialistas em educação) residentes e trabalhando na cidade.
Salvador é uma metrópole, com mais de 400 escolas municipais. A SECULT organizou a cidade em onze zonas, nas quais cada uma possui uma Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Estas CRE enfrentam desafios de diversas naturezas e cada uma possui um perfil administrativo e pedagógico que se ajusta à sua realidade social e local, o que tem possibilitado ao município adaptar-se, dentro do possível, às demandas pedagógicas de seus cidadãos. Em vista dos fatos supracitados, as discussões que objetivaram a construção do instrumento de avaliação trouxeram a tona um retrato complexo da diversidade educacional de Salvador, pois há muitas variáveis que não são comuns a todas as CRE. Encontrar parâmetros que permitissem um trabalho unificado e que integrassem estas características constituiu-se em verdadeiro exercício de “Educação para a Diversidade”. Nossos gestores e gestoras demonstraram maturidade profissional, ao possibilitar que questões de ordem educacional fossem priorizadas em detrimento de questões de outra natureza.
Trabalha-se muito pela educação soteropolitana pois existem muitos desafios. Mas, esta ação iniciada com elaboração de um instrumento de avaliação, com a participação de educadores que vivem e trabalham na cidade e em suas escolas é um sinal seguro do compromisso de Salvador consolidar-se como uma Cidade Educadora.
Parabéns educadores de Salvador!
Marcos Barreto
Programa Cidade Educadora – Salvador

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Contadores de Histórias na Jornada Pedagógica 2010-Salvador

Postado por weberth.lopes às 07h42
22 de fevereiro de 2010

Os contadores de histórias Gabriel Bandarra(Zé da Mala), Carlos Daitscman, Patrícia Almeida Silva, Luis Lucena e Maria Regina Campana Correia Leite, cada um em uma das cinco salas da jornada pedagógica realizada no Shopping Aeroclub, ajudaram a escrever mais uma página do momento que está cada vez mais fortalecido em Salvador: a valorização da literatura e da contação de história nas salas de aula.

Vindos do Paraná, da Bahia e do Rio de Janeiro, os contadores  trouxeram histórias de suas regiões e, com um jeito muito especial, puderam mostrar para os professores a alegria que tem em contá-las , convidando a todos para  fazer suas próprias histórias durante o ano letivo de 2010 em Salvador.

Atentos ao tema da jornada: Conceitos, Valores e Amor trouxeram histórias que permitiam ao leitor e ao ouvinte reflitir sobre os valores presentes em cada uma delas.

Muitos foram os elogios recebidos dos professores presentes.

Parabéns aos Contadores de Histórias por sua nobre arte!

Weberth Lopes

Agente Pedagógico do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Caixa “Perdi e Agora?”

Postado por keli.aguiar às 08h05
19 de fevereiro de 2010

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Baseado no livro “Quem perdeu você ou eu ” da Coleção Cidade Educadora,  a profª Luiza Carmo, do 2º D, da Escola Paulo Shigueo, desenvolveu uma atividade diária de alfabetização e cidadania.

A caixa Perdi,e agora? funciona como uma espécie de achados e perdidos, quando os alunos esquecem objetos na sala de aula, e eles são colocados pela professora nesta caixa.
No dia seguinte,  a caixa é colocada diante dos alunos para que eles visualizem os objetos um a um. No caderno, os alunos criam frases sobre aquele objeto. Depois que as frases são revisadas pela professora, os alunos podem colocar na caixa algo que acharam. Neste momento, a professora incentiva  a prática da honestidade, fala do quanto é bom quando as pessoas devolvem o que é nosso.

No final da atividade os objetos são devolvidos para os donos certos.
A avaliação é feita mediante a mudança de atitudes dos alunos que tinham
costume de ocultar o que achavam.

Keli Aguiar

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Praia Grande

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A arte do Pontilhismo na escola

Postado por clemilda.silva às 07h54
18 de fevereiro de 2010

Exemplo de trabalho desenvolvido

Exemplo de trabalho desenvolvido

A professora Rosineide Melo de Almeida, do 3o ano da Escola Municipal Tomaz Gonzaga,  trabalha bastante a  Coleção do Programa Cidade Educadora . Ao ler as histórias com seus alunos, buscou  articular a Coleção com o Projeto da unidade Escolar,  denominado “Trabalhar brincadeiras de criança” ,a partir de uma obra de arte.

Para este trabalho, a obra escolhida  foi  a de George Pierre,  que  traz a Arte utilizando o Pontilhismo. Assim, muitas atividades foram desenvolvidas pela professora com os seus alunos e dentre elas a criação de um álbum utilizando  essa técnica   na confecção  da imagem dos personagens da Coleção Cidade Educadora.

Pontilhismo na sala de aula

‘’O Pontilhismo é uma técnica de pintura em que  pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição uma mistura ótica nos olhos do observador.” O Pontilhismo  surgiu na França, em meados da década de 1880, com um movimento  pós- impressionista. O mais notável pintor do Pontilhismo  é Seurat.

A professora considerou muito importante desenvolver essa proposta com as Histórias   porque conseguiu relacionar  ao Projeto da unidade Escolar e estabelecer a ponte entre diferentes formas de expressões artísticas.

Clemilda Silva – Salvador

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Rap do Beto

Postado por hilmara.santos às 07h35
17 de fevereiro de 2010

A música tem sido uma grande aliada das professoras da CRE Subúrbio II, em Salvador. Prova disso é a didática utilizada pela Professora Edilanea Alves, da Escola Municipal Alto de Coutos.

Com o objetivo de fazer com que seus alunos ultrapassassem  os limites do livro,  ela criou o Rap do Beto e as crianças amaram!

Rap do Beto

[...]
Nesse livro tem um mascote
com todos a aprontar
o menino é sapeca
mas sabe argumentar

Atormenta o seu pai
o tempo todo a implorar
emprego de gente grande
e ele diz: vá estudar!

Beto é o seu nome
cidadão questionador
se existissem muitos Betos
o mundo seria bem melhor!

Certamente os alunos desta professora estão aprendendo na prática a se apoiarem nos livros para crescer! Parabéns, professora!

Hilmara Santos

Agente Pedagógica do Programa Cidade Educadora – Salvador

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Estrada Real…

Postado por rita.mattar às 07h33
15 de fevereiro de 2010

Uma criança vê o que um adulto não vê

Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo.

O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que de tão visto ninguém vê.”
                                                                            Otto Lara Resende

 

Escolhi essa citação de um poeta mineiro para descrever a vivência que fizemos em Minas Gerais, em 2009. Em muitos momentos, revivemos a sensação da primeira sala de aula que tivemos. Diante de tantas carinhas de olhos curiosos ficamos imaginando a reação que cada uma delas teria frente a um livro atraente como o da Coleção Cidade Educadora.

Os olhos atentos diante dos novos livros acendem esperanças. A imaginação aguçada será mais que um ponto de partida para as paixões pelos textos. Voltamos ao ponto de partida e de chegada – a educação, em toda sua plenitude e conflitos, em toda suas certezas e dúvidas, enfim, em toda sua beleza e paixão. Neste tecer, também de sentimentos desencontrados, confirmamos a afirmação de Michel Serres, filósofo que afirma: o importante, para mim, é o saber, transmitir o saber, sem nunca esquecer a piedade.

Falar de Minas Gerais  é falar de Educação, de histórias, de corais e boa música. Lá, a ordem dos fatores não altera o grau de importância diante da descoberta destas palavras sinônimas. Ali encontramos o ouro de Minas, que até hoje se garimpa, que é o conhecimento.

Reunião com gestores

Reunião com gestores

 

                    

Rita e Angela

Rita e Angela

 Rita Mattar e Angela Pereira

Consultoras  Pedagógicas do Programa Cidade Educadora

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